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O projeto CLT Livre

           Após dois séculos dominados pela Revolução Industrial, centrada no desenvolvimento de novas tecnologias em máquinas, ferramentas e transporte, cujo poder gerava emprego e riqueza para as nações, vivemos hoje a Revolução da Informação, centrada no poder cerebral de seu povo, em que o conhecimento substitui os recursos materiais. Na era pós-industrial da economia do conhecimento predominam a inventividade, a educação e a capacidade de pesquisa. Neste sentido, somente metodologias alternativas e autocriadoras são capazes de viabilizar os benefícios da educação, que merece o tratamento de bem público para que se possa falar em uma nação inteligente com oportunidades universais próprias de uma sociedade do aprendizado.

São traços definitórios dessa economia do conhecimento primeiramente a cooperação competitiva, entendida como o compartilhamento flexível de um repositório de conhecimento especializado em determinados espaços como o mercado, as tecnologias e a própria educação, tendo como meta cultural e social a troca de informação entre os agentes envolvidos. Trata-se da capacidade de processar informações pela promoção da competência comunicativa que atinja a maior proporção e a maior diversidade possível de cidadãos.

Um segundo traço a definir a economia do conhecimento apresenta-se na forma de inteligência conectada. Sob este aspecto não vivemos mais simplesmente a era da informação, mas a era da colaboração inteligente. Se na era industrial predominava a lógica relacional verticalizada em que tudo era feito para a massa – democracia, educação, etc. – começando de um para chegar a muitos (por exemplo, o ensino partindo de um professor que sabe para chegar a muitos alunos que não sabem), na era pós-industrial a relação se dá de um para um ou de muitos para muitos numa dimensão horizontal e colaborativa. Vivemos, portanto a era da inteligência em rede, num sistema de colaboração em massa, num sistema de inovação colaborativa, de horizontalidade participativa.

É dentro dessa perspectiva que a CLT Livre objetiva desenvolver estudos dentro da área trabalhista a partir do processamento colaborativo de informações e experiências, atingindo, dessa forma, a maior proporção e a maior diversidade possível de operadores jurídicos.

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CLT Livre é um projeto de pesquisa na área do Direito Material e Processual do Trabalho que possui como fundamento as ideias de inteligência conectada, de inovação colaborativa e de horizontalidade participativa. Dentro dessa perspectiva, seu objetivo é desenvolver estudos dentro da área trabalhista a partir do processamento colaborativo de informações e experiências, atingindo, dessa forma, a maior proporção e a maior diversidade possível de operadores jurídicos.